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ERP x gateway de pagamento: qual o melhor para pagamentos recorrentes?

Escalar um negócio recorrente é o objetivo de qualquer founder. Quem se lança na jornada do empreendedorismo deve, desde o início, tomar decisões que formem uma boa base para sustentar esse crescimento. Nesse contexto, entra a escolha pela melhor forma de fazer a gestão dos pagamentos recorrentes. Se sua empresa recebe por assinaturas, mensalidades ou planos, você já sabe que o seu processo de vendas é completamente diferente do modelo transacional.

Então, aqui entra a dúvida…

ERP recorrente ou um gateway de pagamento?

Para suportar as especificidades das cobranças recorrentes, será necessário optar por um sistema que gerencie as demandas como um todo, do faturamento às emissão automatizada de notas fiscais.

Isso será necessário para que, desde o início, sua empresa esteja preparada para o crescimento. Encontrar um sistema completo é a melhor forma fazer uma boa gestão financeira.

Mas vamos entender melhor o papel de um ERP recorrente e de um gateway de pagamentos.

O que é e como funciona um gateway de pagamentos?

O gateway de pagamento é uma interface que faz a agrupa diversos meios de pagamento. Sua função é, basicamente, a de servir como um canal de comunicação e transmissão de informações nas operações via cartão de crédito e boleto bancário.

A informação que trafega pelo gateway é criptografada e enviada diretamente ao adquirente (no caso de cartão) ou banco (no caso de boleto). É por isso que a empresa, responsável pelo recebimento da cobrança, não tem contato direto com os dados bancários dos clientes. Nesse processo, ela só recebe a resposta da transação se aceita ou negada.

O funcionamento de um gateway de pagamento é semelhante ao de uma máquina de cartão de crédito. O cliente compartilha as informações sobre o pagamento e o gateway se encarrega do envio dessas informações para a instituição de pagamento, que valida e processa toda a operação.

Para lidar com as transações do cartão de crédito um gateway de pagamento segue os padrões do PCI (Payment Card Industry), que garante a segurança durante o manuseio dos dados de cartões de crédito em transações eletrônicas.

Mas é preciso analisar quais são as taxas extras cobradas nas transações. É sempre bom fazer uma pesquisa sobre esses valores antes de adotá-lo. O modelo de remuneração dos gateways costuma ser um valor por transação. Alguns cobram um valor apenas por transação convertida com sucesso e um porcentual e podem também oferecer serviços extras, como anti-fraude.

Entretanto, as funcionalidades do gateway acabam por aí.

O que é um ERP recorrente?

Uma boa gestão de pagamentos recorrentes envolve aspectos mais amplos. Além das questões de ordem financeira, existem pontos que interferem diretamente no relacionamento com o cliente como gestão de planos e assinaturas, renovações, cancelamentos, contratação (checkout), régua de cobrança, emissão de nota fiscal, autoatendimento (área do cliente), métricas, entre outras.

Dessa forma, para construir a melhor base para o crescimento, é preciso contar com um ERP recorrente – que vai permitir uma gestão financeira completa da sua empresa, acompanhando o cliente durante toda a sua jornada.

Já um gateway de pagamento tem uma atuação focada somente nos pagamentos.

Para escalar, você vai precisar ter uma ferramenta eficiente, que dê um panorama de tudo o que está acontecendo: do fechamento de uma nova assinatura ou contrato, passando pelos cancelamentos e pelo controle da inadimplência.

Um ERP recorrente é um sistema de gestão voltado para empresas que cobram assinaturas, mensalidades e planos. Com ele, sua empresa pode garantir que irá oferecer a melhor experiência ao usuário.

Isso porque um ERP recorrente reúne em um único local todos os dados financeiros, por isso a operação é muito mais segura e eficiente.

Fique atento, para escolher a melhor forma de fazer a gestão de pagamentos recorrentes é preciso entender bem os desafios das empresas recorrentes.

Qual o papel de um ERP recorrente?

Um ERP recorrente como o Superlógica vai trabalhar por você e pelo seu time e lhe dar a melhor ferramenta para lidar com os desafios da recorrência. Com ele, é possível automatizar tarefas, além de obter uma análise precisa e diária das métricas e números que você não pode perder de vista para escalar o seu negócio.

O que é possível fazer:

  • Gestão de planos e assinaturas
  • Faturamento recorrente (boleto e cartão)
  • Régua de cobrança
  • Conciliação automática
  • Checkout para venda online
  • Gestão da inadimplência
  • Métricas e indicadores
  • Área do cliente
  • Emissão de nota fiscal

E a performance? Importa, é claro!

Para lidar com cobranças com cartão de crédito, tanto os gateways de pagamento como um ERP recorrente oferecem as retentativas inteligentes. Elas são importantes para contornar as eventuais falhas na efetivação da cobrança em tempo hábil para que providências sejam tomadas, evitando consequência mais sérias para o fluxo de caixa.

Além das retentativas, no Superlógica é possível também acompanhar o processamento das cobranças em uma tela que mostra como está a taxa de aprovação e a performance das cobranças. Também é possível visualizar o quanto as taxas de falhas e sucesso representam em valores financeiros.

Esta tela mostra, ao mesmo tempo, o percentual de conversão dos cartões de crédito em receita e a escala de performance.



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